Foi escolhido um autor chave do Sec. XX – Eugène Ionesco (1912-1994). Escritor francês, de origem Romena, autor que marca uma ruptura com uma tradição dramatúrgica “clássica” no teatro ocidental. Aliás, quando se fala de teatro, o nome de Ionesco é mesmo incontornável. Inserida no chamado Teatro do Absurdo. Trata-se de um teatro onde o grande heroi é, no fundo, a desarticulação da espécie humana, apresentada ao espectador através de personagens despidas de um conteúdo psicológico, no sentido em que este é entendido no teatro novecentista. Ionesco afirma mesmo que “mesmo quando as pessoas falavam, faziam-no para não dizer nada.”
Este espéctáculo foi apresentado na Cidade da Horta, Madalena do Pico e Lages do Pico.
Encenação: Tiago Mora Porteiro
Cenografia e Adereços: Gonçalo Cabaça
Produção: Adelaide Fonseca e Teatro de Giz
Figurinos: Teatro de Giz
Divulgação: Adelaide Fonseca
Actores:
“Menina Casadoira”
Maria do Céu Brito
Rogério Feio
Ruben Oliveira
“Como preparar um ovo cozido”
Anabela Morais
“Salão Automóvel”
Margarida Costa / Adelaide Fonseca
Alcides Pedro
Miguel Angelo Machete
“Cena a quatro”
Cristina Carvalhinho
Joana Menezes
Maria Miguel Pavão
Ruben Oliveira
“Delírio a dois”
Cisaltina Cardoso
Gilberto Carreira
“Saudações”
Aline Despres
Ana Colaço
Orlanda André
Música: Interpretada por Kirsten Jakobsen
Luminotecnia: Sérgio Bairos
Tradução: Catarina Azevedo e Teatro de Giz
Patrocínios:
Câmara Municipal da Horta
Fundação Rebikoff-Niggeler (FRN)
Capitania do Porto da Horta
Tecnovia
Serviço de Desenvolvimento Agrário da Ilha do Faial
Apoios:
Atelier de Arquitectura Pedro Porteiro, Conservatório Regional da Horta, Antena 9, Norberto Serpa, Telégrafo, Correio da Horta, Joachim Jakobsen
Agradecimentos:
Pedro Porteiro, Pedro Afonso, Tenente Paleotes, João Castro, Joachim Jakobsen, Albino Pinho, Lídia Silva, Mário Luna, Pedro Paixão, Lucílio Cabaça, José Louro, Rui Sérgio, Verónica Guerreiro, Sr. Eduíno, Elisabete Oliveira, e a todos os Amigos que nos ajudaram e nos apoiaram na construção deste espectáculo